domingo, 15 de julho de 2012

O amor dos animais pelos seus donos é incomensurável. No mundo todo, há casos de gatinhos que salvaram seus “humanos de estimação”. São verdadeiros gatos heróis! Veja só alguns casos.

Gato médico
No Canadá, Lionel Adams foi alertado pelo seu gato Tiger sobre um tumor no pulmão. O felino arrastou sua pata para baixo, no lado esquerdo do órgão, exatamente onde estava o tumor. Adams foi ao médico, que detectou a doença em estágio inicial, fez a cirurgia para retirada do tumor e hoje passa bem. "Eu diria que ele é o meu herói", afirmou.

Gato vigia
Na Alemanha, um gato salvou a vida de um recém-nascido abandonado na porta de uma casa. Ao ver o bebê, o gato miou bem alto, até acordar os moradores. Eles levaram a criança para o hospital, salvando-a da hipotermia, que poderia tê-la matado. "O gato é um herói", afirmou o policial Uwe Beier.

Gato bombeiro
Nos Estados Unidos, o gato Boo Boo salvou sua dona Grace George de um incêndio na casa. Ela, que tem 97 anos, acordou de madrugada com os altos miados do bichano. Ao ir à cozinha, sentiu o cheiro de fumaça. A casa foi totalmente destruída, mas ela e seu felino escaparam com vida. "O gato salvou minha vida”, conta Grace.

Gato enfermeiro
Ainda nos Estados Unidos, o gato Tommy salvou seu dono Gary Rosheisen, que é paraplégico e sofre de osteoporose. O bichano ligou para a polícia quando Gary caiu de sua cadeira de rodas. O felino havia sido treinado para apertar a tecla de emergência do telefone. "Quando chegamos, vimos o gato ao lado do telefone, e o proprietário do animal desmaiado ao lado da cadeira de rodas", conta o policial Patrick Daugherty.
Argentina: Felinos aqueceram e alimentaram menino de um ano

Um menino argentino de um ano sobreviveu durante vários dias sozinho na rua graças a um grupo de gatos, que o manteve quente e lhe trouxe comida.

A incrível história – a fazer lembrar a do pequeno Mowgli, personagem principal do ‘Livro da Selva’, da Disney – aconteceu na localidade argentina de Misiones. Ao que tudo indica, o menino, de apenas um ano, vivia na rua com o pai, um sem-abrigo, mas teria se perdido dele.

Sozinho, valeram-lhe oito gatos vadios, que lhe trouxeram comida e o mantiveram quente com os próprios corpos, evitando que morresse de frio nas noites geladas que passou na rua.

O menino foi encontrado na passada quarta-feira por uma policial, que estranhou ver um grupo de gatos amontoados em redor de um objeto – era a criança, que dormia serenamente aquecida pelo calor dos corpos dos felinos. Os médicos dizem que o pequeno está bem de saúde, e que só sobreviveu devido à ajuda dos gatos.

DIREITOS HUMANOS E OS DIREITOS DOS ANIMAIS

02/08/08

Por que é tão difícil defender os animais?
Num mundo que não respeita nem sequer "os direitos humanos" fica muito difícil respeitar os direitos dos animais.
A evolução técnica em todos os campos trouxe ao mesmo tempo a evolução do pensamento, pois a técnica não pode aperfeiçoar-se independente do pensamento. O homem moderno se aprimora em todos as atividades, mas só pratica aquelas que lhes convém. Um dos campos pouco conhecidos ou não praticado por conveniência é o da ética. Isto porque está ligada diretamente à filosofia e ao direito. A ética é o caminho mais fácil para explicar o porque da defesa dos animais. Defender os animais apenas por dó ou amor é muito bom, mas o problema é que nem todas as pessoas tem em sua natureza e formação o amor, pois isto vem de uma série de circunstâncias ligadas a formação da personalidade. Assim cabe a ética convencer a todos sobre a defesa dos animais.

Com relação à ética há várias formas de se abordar a defesa dos animais. Pode-se partir de alguns princípios básicos: “de que os animais possuem os mesmos órgãos dos sentidos dos humanos e, portanto sentem o mesmo, de que os humanos também são animais, de que todos somos terráqueos, de que não é justo escravizar seres vivos iguais a nós apenas porque são de outra espécie (especismo), etc..” Embora havendo todas as respostas na ética, na moral, na filosofia e no direito (direito dos animais), a defesa dos animais é um dos temas que mais encontra barreiras ou impedimentos, porque não dizer inimigos.

O primeiro passo é perceber que a maioria das pessoas não consegue ver a defesa dos animais através da ética ou moral pelo simples fato de não estarem habituadas a estas correntes do pensamento. Muitas nem sabem o que é ética ou moral. Assim populações inteiras ficam sem entender porque se deve (eticamente) defender os animais.

Como se não bastassem todos esses impedimentos de ordem intelectual, para quem se propõe a defender os animais, surge além do mais impedimentos de ordem ainda maior. São eles: A indústria animal, a tradição e o comodismo.

Indústria animal: Envolve todas as formas de lucro com o uso dos animais. Animais para alimentação, divertimentos, peles, experiências e vários outros derivados do reino animal. Essa indústria mundial e poderosa não abre mão do uso dos animais e os explora de forma desumana como simples objetos geradores de matérias primas e fonte inesgotável de lucros.

Tradição: Excetuando-se alguns casos isolados, em quase toda a tradição ocidental é normal e tradicional o uso de animais como alimentos, divertimentos, trabalho, produtos, etc. (o que vem sendo a indústria animal) A tradição é de difícil modificação já que está enraizada nas gerações e vem passando de pai para filho sem interrupção. É, portanto, bastante difícil alguém ter coragem suficiente para quebrar essa corrente e modificar atitudes a partir de um determinado momento. Nesse sentido um dos movimentos que se destaca na quebra de barreiras é o movimento vegetariano que vem ganhando adeptos em todo o mundo constituindo-se no maior amigo dos animais.

A tradição: além de proporcionar costumes moderados como a criação de animais domésticos com pouca liberdade chega os extremos de crueldade como às touradas e a caça.

O comodismo: Milhões de pessoas estão comodamente envolvidos com suas atividades e, portanto não tem tempo nem disposição sequer para pensar nos animais.

Para uma compreensão melhor sobre o relacionamento das pessoas com a causa animal podemos dividi-los em quatro grupos:

Os leigos: Milhões de pessoas passam pela vida, ocupados em inúmeras atividades, sem que estas tenham a menor relação com os animais. Dessa forma nunca ficam sabendo que os animais sofrem nem que tem direitos e que estes devem ser respeitados.

Os indiferentes: Há um grupo de pessoas que em algum momento de suas vidas assistiram a algum filme ou leram algo com relação ao sofrimento dos animais. Muitas vezes até sentiram muito e se preocuparam, mas depois, mesmo sabendo de todo o sofrimento e tragédia dos animais, continuam indiferentes a causa animal.

Os protetores: Pessoas que num determinado momento, de alguma maneira souberam da causa animal e ao contrário dos indiferentes, a partir daquele momento passaram a agir em defesa dos animais, protegendo-os, divulgando, incentivando de inúmeras maneiras as consciências de outros para a causa ou mesmo participando diretamente de ações arriscadas para a defesa e libertação de animais.

Os exploradores: São pessoas que exploram os animais em suas múltiplas formas, desde o simples cão de guarda até criação para alimentação, extração de peles, uso para testes em laboratórios e muitas outras formas. Essas pessoas na maioria dos casos estão cientes da crueldade que causam aos animais e do erro que isto representa, mas para elas trabalhar ou proporcionar trabalho nessas atividades horrendas é apenas um meio para ganhar dinheiro. São pessoas sem ética que não tem um pingo de consideração à vida. Estão infiltrados em todos os níveis profissionais, desde o dono da indústria de peles ou de produtos alimentícios até o que mata e esquarteja o animal para esses fins. Tanto um quanto outro não têm a menor desculpa diante da ética e da moral, pois existem milhares de outras formas de se ganhar a vida que não seja sacrifício de animais.


A resolução dos Direitos dos Animais foi aprovada em 27 de janeiro de 1978 pela ONU e se refere ao trato e cuidados que devem ser aplicados aos animais. Esses direitos foram registrados quando a UNESCO proclamou a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, Previsto para constar das leis de todos os países signatários, entretanto mesmo fazendo parte da lei dos referidos países em poucos deles tais leis são colocadas em prática. Parece que o poder da industrial animal e do dinheiro fala mais alto que as leis. Assim, deparamo-nos com a triste realidade. Milhões de pessoas desconhecem a declaração ou sequer sabem que em seus países existem leis de defesa dos animais. (Leia a declaração)

Dois grandes marcos na defesa dos direitos dos animais:

As vezes um livro ou mesmo um filme tem o poder de mudar os conceitos de toda uma geração. São feitos por uma dessas pessoas especiais, inspiradas e dedicadas a uma causa. Na defesa dos animais não há muitas dessas ocorrências mas, as poucas existentes são de uma importância e profundidade enormes e surgiram mesmo como um divisor de águas; "um antes e um depois". É o caso de duas obras máximas para a defesa dos animais:

"Jaulas Vazias". Livro de Tom Regan, é um desses divisores de águas com relação ao tema dos direitos dos animais. O autor narra sua trajetória até a descoberta intelectual da "consciência animal", o reconhecimento libertário dos animais como "sujeitos de uma vida". Expõe com determinação tudo por que passam os animais, desde a indústria da alimentação até o uso para divertimentos. É um livro forte, imperdível, uma obra que toca o mais profundo da consciência humana. É um texto que parece dirigir-se diretamente a alma de cada leitor e não apenas à inteligência. É impossível alguém ler esse livro e continuar como era antes.

O filme Terráqueos (Earthlings). É um grande marco na defesa dos animais. Qualquer pessoa de bom senso pode dividir sua vida em dois períodos, antes de depois de assistir “Terráqueos”. Mas para assistir tem que ter coragem. Tem que estar disposto a chorar, a ver tudo que fez e o que fará daí para frente. Tem que estar disposto a ter nojo de ter nascido entre os humanos, mas ao mesmo tempo perceber que pelo simples fato de alguém ter feito um filme como este nem tudo está perdido, ainda há uma esperança. O filme é narrado por Oscar Joaquin Phoenix (Gladiador). Em 2005 ganhou 3 prêmios em 3 festivais diferentes, Boston, San Diego e Artivist. Leonardo Bezerra

A GATA SCARLETT, UMA LIÇÃO DE AMOR PARA AS MÃES

06/05/08

Uma história antiga, já com 15 anos, mas que não deixa de comover o mundo. É a história de Scarlett uma simples e humilde gatinha abandonada, que em 1996 trouxe para o mundo de uma maneira inusitada e extremamente comovente uma das mais belas histórias que os animais podem contar e transmitir aos humanos, uma verdadeira lição de amor para uma humanidade já tão egoísta e fria. Naquele dia de 1996 a gatinha Scarlett mostrou um sentido grandioso de ajuda e de luta por aqueles que se ama, e um sentido muito superior ao de muitas mães humanas, pois entrou várias vezes num incêndio para resgatar seus filhotes, mesmo depois de quase totalmente queimada. Esta história foi contada aqui já há muito tempo, mas agora o Jornal Defesa dos Animais teve a felicidade de encontrar o vídeo oficial da CNN mostrando Scarlett, seus filhotes e contando toda a história. Assim é que trazemos aqui para a alegria de nossos leitores que certamente vão se apaixonar por Scarlett.

A história da gata Scarlett era comum até do dia 29 de março de 1996. Vivia numa garagem abandonada de um subúrbio de Nova York e alimentava-se de restos de comida que encontrava pelas redondezas. Naquela ocasião ela estava com sua ninhada de cinco filhotes quando às 6 horas iniciou-se um grande incêndio no local. A divisão 175 do corpo de bombeiros foi acionada e logo o incêndio foi debelado. O bombeiro David Giannelli conta que por diversas vezes a gata entrou no local para resgatar seus filhotes e a cada filhote as queimaduras eram ainda piores.
Em 7 de abril do referido ano, o Daily News de Nova York relata o seguinte: "Quando Giannelli encontrou a gata, ela estava prostrada de dor num terreno baldio ali perto, e aquilo lhe cortou o coração. As pálpebras da gata estavam fechadas de tanto que incharam por causa da fumaça. As almofadas das patas apresentavam queimaduras gravíssimas. A cara, as orelhas e as pernas estavam horrivelmente chamuscadas. Giannelli providenciou uma caixa de papelão onde cuidadosamente colocou a gata e os filhotes. Ela nem conseguia abrir os olhos, disse Giannelli. Mas tocou os gatinhos um por um com a pata, contando-os."

Quando chegaram à Liga de Animais North Shore, ela estava morre-não-morre. O relato continuou:
"Deram-lhe medicamentos para combater o choque. Colocaram um tubo intravenoso cheio de antibiótico na heróica felina, e, delicadamente, passaram pomadas antibióticas nas queimaduras. Daí, ela foi colocada numa gaiola com câmara de oxigênio para ajudar a respiração, e todo o pessoal da liga de animais ficou em suspense... Em 48 horas, a heroína já conseguia sentar-se. Seus olhos inchados se abriram e, segundo os veterinários, não tinham sofrido nenhuma lesão".

Para qualquer animal apenas aproximar-se do fogo já seria algo marcante. Imaginem entrar em meio às chamas por cinco vezes e a cada vez mais difícil que a anterior pelo fato das queimaduras e da intensidade do incêndio. Imaginem o ruído do incêndio, o calor sufocante e falta de ar, a fumaça e tudo o mais. Mesmo assim a heróica bichana não parou em nenhum momento enquanto não retirou seus filhotes.

Quando a história foi divulgada pela North Shore o telefone não parava de tocar, pessoas do mundo todo queriam saber do estado da gata e mais de 1500 pessoas ofereciam-se para adotá-la. Scarlett virou um símbolo do amor materno dando uma grande lição em muitas mães modernas que eliminam seus filhos antes de nascer e em outras que os tratam com descuido ou os matam ou abandonam ainda recém nascidos. É a velha história que se repete, os humanos querem ensinar aos animais mas em questão de moral e de amor acabam mesmo é aprendendo.

O amor materno entre os animais, que os homens costumam chamar de instinto não para por ai. Há inúmeros casos em que mães de uma determinada espécie adotam filhotes de uma outra. Há casos incríveis até mesmo entre inimigos naturais. Mostram que os animais tem um sentido de sobrevivência e de proteção muito além da capacidade de entendimento do ser humano. Talvez só num futuro muito distante é que o homem venha descobrir nos animais a verdadeira sabedoria e o verdadeiro amor cada vez mais esquecido pelos humanos. Leonardo Bezerra

Veja o vídeo oficial com a história da gata Scarlett




Assista esse ótimo vídeo de uma gatinha que adotou filhotes de esquilos mostrando que entre os animais não há nenhuma fronteira quando o assunto é o amor materno.


CÃO HEROI SALVA NINHADA DE GATOS CONTRA INCÊNDIO

27/10/08


Que os animais fazem coisas surpreendentes isto todo mundo sabe. Há inúmeros casos de animais de uma espécie que adotam filhotes de outra e de alguns que convivem pacificamente com seus predadores naturais. Há até mesmo o caso da gata Scarlett que entrou em um incêndio para salvar seus filhotes. Até aí tudo bem pois todos conhecem a força do instinto materno. Mas um animal arriscar-se para proteger filhotes de outra espécie isso já é inusitado e foge totalmente a lógica.

Foi exatamente isso que aconteceu dia 26, domingo, logo noticiado por várias agências noticiosas. Segundo consta, o cãozinho Leo, meio Terrier, arriscou a vida para proteger quatro gatos filhotes num incêndio de uma casa em Melbourne, Austrália. Segundo consta, logo ao iniciar o fogo a família saiu da residência deixando para trás o cãozinho e os gatinhos. Conforme relato dos bombeiros o cão recusou-se a abandonar a casa sendo encontrado guardando os gatos que estavam dentro de uma caixa de papelão num dos quartos. Recusou-se a ser retirado mesmo estando quase desfalecendo e só foi possível retira-lo junto com os gatinhos. Ficou num estado tão lamentável que só foi possível reanima-lo com oxigênio e massagem cardíaca.

A agência Reuters informou que tanto o cãozinho herói quanto os gatinhos salvos passam bem.
Aqui mais um ótimo exemplo da fidelidade e inteligência dos animais que em certos casos superam os humanos. Que o cãozinho Leo seja exemplo para muitas pessoas que não percebem nos animais nenhum valor e quando percebem só esperam tirar deles lucro. Leonardo Bezerra
Assista ao vídeo do cãozinho Leo após o incêndio e veja sua preocupação pelos gatinhos

CÃO VIRA HERÓI AO SALVAR MENINO DE 11 ANOS CONTRA UM PUMA

04/01/10

Uma história sensacional sobre um desses nossos amigos animais que muitas vezes arriscam suas vidas para nos salvar. Dessa vez a bela história vem do Canadá e aconteceu sábado passado na cidade de Boston Bar. O herói da história, um cão Golden Retriever de apenas 18 meses que quase morre defendendo seu dono, um menino de 11 anos contra um puma. O cão cujo nome é Anjo, fez valer seu nome sendo mesmo um anjo para o garoto. Eis como tudo aconteceu:
O menino chamado Austin Forman tinha saído para fora de casa para buscar lenha quando um puma se aproximou. O garoto contou depois que de início julgou ser um outro cão, mas quando percebeu que era um puma teve muito medo e tentou fugir para dentro de casa.
Foi nesse momento que Anjo, o cão, que estava ao lado do menino, entrou em ação atacando o puma sem se importar com seu tamanho bem menor que o puma. O menino entrou correndo em casa gritando que o puma estava devorando seu cão. Assim, a mãe do garoto imediatamente chamou a polícia que chegou rapidamente e disparou contra o puma que mesmo ferido não largou o cão. Só depois de morto foi que os policiais conseguiram libertar o cãozinho que tinha a cara entre os dentes do animal.
Embora ferido com diversas perfurações na cabeça e pescoço e com um olho bastante machucado, o cãozinho Anjo se recupera junto à família e se tornou o herói do lugar. A Sra. Forman disse que antes do ataque, seu filho havia entrado em casa para dizer à família como era bonito que Anjo o seguia por todo lado. Por isso lhe tinham dado o nome de Anjo da neve, que veio sendo mesmo uma realidade. (Fonte: Daily Mail) Leonardo Bezerra
Willie
Em Denver, nos EUA, o papagaio Willie foi  responsável por salvar uma garotinha que havia engasgado durante o café da manhã. Megan Howard, dona da ave, havia deixado o local em que estava a criança no momento do acidente. Ao perceber que a garotinha estava engasgando, Willie começou a agitar as asas e a repetir as palavras "mama" ("mamãe") e "baby" ("bebê"). Alertada a tempo, Megan conseguiu ajudar a menina.  Pelo gesto, Willie foi condecorado pela Cruz Vermelha e recebeu um prêmio especial para animais que salvam vidas.